quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

We need some Backup!

Atravessamos nova fase de "luta", que é como quem diz "guerra" contra ministério que nos tende a desvalorizar e reprimir enquanto profissão, com um objectivo meramente economicista.



Muitas das vezes, em cenário de guerra ou confronto que envolva polícia, os "soldados" deparam-se com situações ou combates nos quais encontram muita resistência. Tiros praqui, granadas pr'acolá, mas ao fim de meio dia e baixas dos dois lados ninguém avança ou sai do sítio.
Quando se apercebem que não conseguem dar conta do recado sozinhos, pedem ajuda. Numa situação de reféns, ao qual a polícia dificilmente dá resposta, chama-se a SWAT, Special Weapons and Tactics, ou seja pessoas que treinam e utilizam técnicas específicas e que dispõem de um arsenal combativo superior (quem já não ouviu num qualquer filme "call the big guns" e "we need some backup")! Fazendo o paralelo com os Sindicatos, será que estes são a Polícia ou são a SWAT?
Cá pra mim são a polícia, porque as estratégias de luta utilizadas são sempre as mesmas e se têm provado ineficazes... Se são a SWAT da enfermagem, decerto têm de treinar mais e fazer uso de outro "armamento", porque este não está a resultar.



E por falar em armamento: muitas vezes é pedido "air support" ou um "air strike". E porquê? Porque quando se sabe que a situação "empatada" não vai desempatar de modo algum, é preciso um suporte de armamento tal que anule quase por completo a defesa inimiga. Greve de 3 dias... podemos considerar um air strike? Provavelmente não. E já agora, quem avalia a situação de modo a escolher o air strike?

Porque se tivermos capacidade de aprender com os erros anteriores e soubermos que tipos de greve não resultaram e, em tempo útil, não fizemos nada adicional para que desta vez resultem, então, provavelmente não vai resultar!

Vou fazer greve na mesma. Mas fico à espera que chegue alguém capaz de ver que precisamos URGENTEMENTE de um air strike. Porque senão vamos mesmo perder esta batalha.

aquele abraço

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